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Marte está mais perto do que um ambiente de trabalho saudável?

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Recentemente, o CEO da Gallup, Jon Clifton, gerou polêmica ao declarar que "estamos mais perto de colonizar Marte do que de consertar o ambiente de trabalho disfuncional do mundo". Essa frase forte nos faz refletir sobre um paradoxo intrigante do momento atual:

Soluções tecnológicas altamente complexas e disruptivas são criadas todos os dias aos montes. Se somos capazes de planejar a vida em outro planeta, por que ninguém consegue olhar para problemas bem menos complexos que estão bem debaixo do nosso nariz?

Ambientes de trabalho tóxicos e disfuncionais geram prejuízos financeiros bilionários e impactam negativamente a saúde mental de milhões de pessoas no mundo inteiro.

Não faltam ferramentas ou inteligência artificial. O que é necessário é investimento, foco e intenção de resolver o básico: a gestão humana e o clima organizacional, problema esse que impacta milhões de pessoas ao longo de todo o mundo e gera enormes prejuízos.

Fica a provocação: de que adianta olhar para as estrelas se ainda falhamos no relacionamento mais básico do dia a dia corporativo?